IESA - Instituto de Educação Santo Antônio

2765-9650

Rua Dr. Barros Júnior, 1124 Centro - Nova Iguaçu - RJ

Guia de Profissões


Farmácia e Bioquímica

Muito além dos balcões


Como a maioria dos profissionais da área de saúde, o farmacêutico também persegue a melhoria da qualidade de vida. Tem a seu favor a onda de novos conhecimentos científicos, além dos sofisticados equipamentos criados pela tecnologia. Seu campo de atuação é amplo e há muito tempo não se restringe mais aos balcões de drogarias, embora essa área ainda empregue vários profissionais – ou porque são os próprios patrões ou em obediência à lei que obriga as farmácias a ter um farmacêutico responsável.


“Hoje encontramos farmacêuticos na indústria de alimentos, na indústria de cosméticos, em laboratórios de análises clínicas, em laboratórios de controle de qualidade e na área de vigilância sanitária”, afirma Ronaldo Nogueira Pitombo, chefe do departamento de tecnologia bioquímico-farmacêutica da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP. Na indústria farmacêutica, esse profissional pode controlar a qualidade da produção dos medicamentos. Também pode realizar pesquisas no departamento científico de grandes laboratórios em busca de novos princípios ativos ou de novas formas de aplicação de medicamentos. A flora brasileira é um campo quase inesgotável de investigação.


O farmacêutico pode, ainda, estudar terapias como homeopatia e fitoterapia, ou participar de programas que promovam a saúde da comunidade – como saneamento básico, imunizações, educação em saúde e controle de natalidade. O mercado brasileiro tem grandes diferenças regionais. O Sudeste, por exemplo, está saturado nos segmentos de análises clínicas e toxicológico, as áreas mais procuradas pelos recém-formados, em que o profissional desenvolve e aplica exames de laboratório. Mas nas Regiões Nordeste e Centro-Oeste ainda há mercado para essas atividades.


A polêmica sobre os medicamentos genéricos colocou na ordem do dia o papel do farmacêutico. “É ele, juntamente com um médico, o responsável pela determinação da bioequivalência, isto é, a correspondência entre o medicamento produzido e o mal que será combatido por ele”, afirma Pitombo.


Algumas faculdades exigem que os vestibulandos escolham previamente entre as habilitações de farmácia e bioquímica. A maioria, no entanto, oferece a formação em farmácia e, com mais dois semestres, a habilitação em bioquímica. Na formação básica estudam-se disciplinas como química orgânica e inorgânica, físico-química, parasitologia, microbiologia e anatomia humana. Na parte profissionalizante, toxicologia, microbiologia clínica, cosmetologia e qualidade de alimentos, entre outras. Os recém-formados ganham, em média, R$ 800.


Duração média do curso: quatro anos.


NOME:
EMAIL:
TEL:
ASSUNTO:
MENS.

CONTATO RÁPIDO

Todos os direitos reservados o IESA

Desenvolvimento de sites | Hospedagem de sites